segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Eleição de Donald Trump e as incertezas no mercado global

A eleição de Donald Trump à presidência dos EUA, a maior economia do mundo, causou um reboliço no mercado global. Mais do que a retórica que desagrada a muitos, sobram incertezas acerca do que de fato o empresário vai cumprir de suas promessas de campanha.
Divulgação
Uma das plataformas do republicano desde as prévias era aumentar o protecionismo, o que dentro de seu partido não é uma prática muito comum. E em um mundo que está cada vez mais fechado, a apreensão aumenta entre os países que desejam aumentar as suas exportações, como é o caso do Brasil.
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Além disso, pouco se sabe sobre o que o futuro presidente adotará como medidas econômicas. O anúncio de sua vitória já levou a uma queda dos mercados financeiros e uma escalada do dólar. Mas uma coisa é certa: seu discurso, desde as prévias no partido republicano, já mudou muito, o que levanta ainda mais incertezas acerca do que será o próximo governo norte-americano.

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Brexit e os impactos no comércio exterior

A saída do Reino Unido da União Europeia, fato que ficou conhecido como Brexit, surpreendeu o mundo e agora muito se especula sobre o que vai acontecer com a economia global após essa decisão.
Robert Thom/Fotos Públicas
É difícil delinear um cenário completo sobre o futuro, mas o consenso entre especialistas é que o comércio exterior deve ser impactado imediatamente. O mercado global já está mais avesso ao risco, o que na prática resulta em menos investimentos e custo mais caro do dinheiro. O dólar pode ficar mais caro e as commodities devem enfrentar uma nova onda de desvalorização.
Marcello Casal Jr/Agência Brasil


O processo de saída deve demorar um período considerável, estimado por especialistas em no mínimo dois anos. Enquanto isso, dúvidas pairam no ar. Projeções recentes dão conta de que milhares de empregos no setor financeiro serão perdidos em toda a Europa e, em outros segmentos, haverá ainda mais desemprego. Isso porque diversas empresas e filiais foram constituídas com base no acordo de livre comércio do bloco. O que resta é esperar, com cautela, o que vem pela frente.


quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Crise global: o mundo está voltando a crescer?

Já há algum tempo, o mundo passa por transformações. A economia chinesa, a maior do mundo juntamente com a norte-americana, tem desacelerado. Com isso, até alguns meses atrás, os mercados vinham apresentando retração em diversos segmentos.

O frete marítimo é um deles.

Comportamento do frete (contêiner)
(índice China Export. Fonte: Shanghai Shipping Exchange, elaboração Bloomberg)


Até o início deste ano, os armadores tinham amplos espaços ociosos nos contêineres e o frete fracionado estava em franca queda. Mas com a volta dos estímulos do governo chinês à infraestrutura, em meados de junho, o mercado global reaqueceu, as cotações das commodities apresentaram recuperação e os armadores já reportam aumento de rentabilidade.
Crédito: Imprensa/GEPR


Mas o que isso significa para quem contrata o frete? É preciso cuidado para não ganhar em preço e perder em qualidade. Com a competição cada vez mais acirrada no mercado global, é comum que ocorram problemas na área de comércio exterior, ou mesmo no envio (ou recebimento) de carga pessoal (bagagem ou mudança), o que acarreta despesas posteriores ou até a perda da carga. Assessoria especializada garante o melhor custo-benefício.